Citações da Madre Teresa de Calcutá sobre o aborto

Citações da Madre Teresa de Calcutá

 Sobre o Aborto

"Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto."

Discurso da Madre Teresa no "National Prayer Breakfast", Washington, D.C., 3 de Fevereiro de 1994

O discurso completo em português pode ser encontrado aqui.

"Conferência sobre População e Desenvolvimento no Cairo. Nafis Sadik, egípcia, Secretária Geral da Conferência, defende o controle da natalidade mediante a descriminalização do aborto e o mais que for preciso.

A Madre Teresa sobe ao estrado, no meio de um ansioso silêncio [...], diz concisamente:

- O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. É só uma questão de reparti-la bem, sem egoísmo. O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei uns pais para elas. Ninguém tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o pai, nem a mãe, nem o Estado, nem o médico. Ninguém. Nunca, jamais, em nenhum caso. Se todo o dinheiro que se gasta para matar fosse gasto em fazer que as pessoas vivessem, todos os seres humanos vivos e os que vêm ao mundo viveriam muito bem e muito felizes. Um país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza."

Citado em "Madre Teresa de Calcutá", Miguel Ángel Velasco, Rei dos Livros / Quadrante, 1996.

"Bill Clinton, Presidente dos Estados Unidos, é batista de religião. No meio dos retratos que tem no seu gabinete oval da Casa Branca, encontra-se uma fotografia com dedicatória da Madre Teresa. Clinton nutre verdadeira veneração por ela, apesar de que, cada vez que a recebe, lhe ouve uma repreensão em regra, sem a menor contemplação: a Madre lembra-lhe, não o que há que fazer, mas o que ele, concretamente ele, pode e deve fazer para salvaguardar a paz na justiça e na liberdade, para resolver dignamente os problemas da pobreza e evitar que as mulheres norte-americanas se vejam forçadas ao drama do aborto.

O aborto provocado -- diz-lhe -- é uma das minhas maiores cruzes; é a maior barbárie contra a paz do mundo, porque, se uma mãe é capaz de matar o seu filho, o que pode evitar que nos matemos uns aos outros?"

Ibidem.