Investida contra a Padroeira do Brasil

Investida contra a Padroeira do Brasil

No Brasil, o ódio contra a Igreja Católica e a Civilização Cristã encontra um ponto de condensação nos ataques que se fazem a Nossa Senhora Aparecida. A simples menção do nome da Virgem Aparecida tem para certas pessoas o efeito que produz no demônio uma gota de água benta. Ele estrebucha e se contorce todo.

Já tentaram destruir a imagem da Padroeira, reduzindo-a a cacos. Depois disso, uma cópia da imagem foi chutada diante das câmeras de TV por um pastor protestante em delírio.

Os protestantes obstinam-se em recusar Nossa Senhora por mãe. A conseqüência disso é que, conforme ensina o grande São Luís Maria Grignion de Montfort, “quem não tem Maria por Mãe, não tem Deus por Pai” (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, Vozes, p. 35).

Já entraram, algum tempo atrás, com um projeto na Câmara Federal para destronar a Virgem Aparecida de sua qualidade excelsa de Rainha do Brasil, e de cancelar o feriado nacional de 12 de outubro, em homenagem a Ela. Este feriado foi instituído, em boa hora, pela Lei 6.802, de 30 de junho de 1980.

E agora estão pedindo, na Justiça, uma indenização por danos morais só porque “a Padroeira do Brasil é um símbolo católico” (“Jornal do Brasil”, 10-8-01). Ou seja, além do mais, são espertalhões que estão querendo dinheiro fácil às custas dos católicos.

O advogado dos protestantes,  Eurípedes José de Farias, confessa que a imagem de Nossa Senhora deixa os evangélicos com “a moral abatida”. Chama a atenção a semelhança disso com certos fatos que ocorrem nos exorcismos, quando o exorcista invoca Nossa Senhora.

Revista "Catolicismo" - Outubro de 2001